Eu era o mais jovem da sala
Nesse último final de semana consegui ir ao cinema (ufa, isso é ótimo) e assisti: “A música segundo Tom Jobim”, de Nelson Pereira e Dora Jobim. Entrei na sala e todos me olhavam um pouco assustados, com olhos: “o que esse garoto faz aqui?” Bom, seu eu pudesse responder a essa pergunta eu responderia enumerando 10 motivos, e olha que existem muitos outros. Vamos lá:
1 – O primeiro deles é que eu amo a música brasileira, das execuções bossais até o repente do seu Chico do repente na feira.
2 – No aspecto linguagem, fiquei curioso, o documentário possui um toque único, e a proposta do Nelson e da Dora foi de fazer algo diferente do que já existia, e fizeram!
3 – A minha origem musical nasceu de duas partes desse país, sou filho do Rio de Janeiro e do Píauí. Meu pai é de origem Piauiense e minha mãe é do Rio de Janeiro. Tenho um tio, Tio Beto, que eu amo, na maternidade falou para os meus pais: “Olha a cara dele, é a cara do mapa do Piauí!”. Ouvíamos de tudo em casa, bastante o velho Gozaga e também Gonzaguinha.
4 – Assistir um filme como esse é prestigiar, incentivar, valorizar, algo que conseguimos fazer e digamos com muita facilidade, conquistar o mundo musical com a Bossa Nova. Tom Jobim foi um embaixador disso. As reproduções e a intenção do filme foram justamente essa. Algo nosso para o mundo!
5 – Vivemos uma era em que a música de massa, letra e melodia, é de péssima qualidade. Assistir um filme como esse é lembrar, colocar a cabeça para fora desse mar de mal gosto e respirar o ar dos acordes coloridos e complexos do Tom!
6 – Quando eu tinha 15 anos descobri o mundo do violão. Estudei bastante a música popular brasileira, que a cada dia eu gostava mais. Sempre estive próximo da música brasileira. Aos 12 anos ganhei a Biografia do Vinícius de Morais e lembro como se fosse hoje, ganhei aos 17 anos o livro de biografia do Tom Jobim, e os 3 Songbooks de autoria do Almir Chediak. Super acordes, tudo em nona, suspenso. Coisa de doido, nunca tinha visto aquilo.
7 – Com tudo isso vieram outras coisas, livros e vídeos em LaserDisks (parecia um CD gigante de quase 20 polegadas) e DVD. Aos meus 23 anos conheci o Clube do Choro, em Brasília, e estudei violão lá, época incrível. Realmente, foram os melhores momentos da minha vida, amo a música brasileira!
8 – No programa Roda Viva, TV Cultura, perguntaram ao Tom o que ele achava de ser o segundo compositor mais executado no mundo? Ele respondeu: “Convenhamos, eu só um só, os caras eram quatro”, debochadamente fazendo referência aos Beatles que estavam no topo dessa lista. Não dá para comparar, dá? Essa personalidade do Tom era mágica, bem brasileiro isso é refletido em sua música. Mais um motivo para prestigiar.
9 – Criatividade, as letras, os parceiros, as épocas que viveu, tudo ao mesmo tempo. O melhor que nosso país já produziu, isso é bem forte no filme e em toda história de Jobim.
10 – Natureza, na biografia que li de Tom, lembro bem da sua preocupação com a natureza. Suas canções e poesias deixam bem claro que ele se importava muito com a natureza, as matas brasileiras. Forte fonte de inspiração além de suas musas.
Nesses 10 motivos, particulares ou não, quero deixar claro que dos documentários que já assisti, em relação ao filme de Nelson Pereira e Dora Jobim, acredito que ele veio para acrescentar ao que já existe sobre a vida do maestro. E sempre que posso procuro incentivar meus alunos a valorizarem cada vez mais a produção que foi e a que já existe de alta qualidade em relação a música brasileira. Esse filme realmente veio como “uma onda que se ergueu no mar”, parabéns Nelson e Dora! Música levada a sério!
Meu manifesto fotográfico em 5 tópicos

Análise do livro: Sobre Fotografia – Susan Sontag
O manifesto ou manifestação nem sempre está relacionado com rebeldia, rebelião ou mesmo retaliação, o sentido que quero dar é apenas uma declaração, dizer que ainda estou lutando, ainda forçar ao próximo que continue lutando. O texto abaixo nada mais é do que uma breve descrição do livro: “Sobre a fotografia” – Susan Sontag.
Acredito que nunca um livro chamou tanta minha atenção. Quero afirmar que Susan faz um relato completo, filosófico-histórico sobre a fotografia (Infelizmente ela não está mais entre nós, faleceu em 2004). O livro é uma obra premiada e faz um passeio profundo sobre a fotografia. Cada palavra está cercada de uma única cadência descritiva, por isso é fácil de ler. As análises são sólidas, organizadas. Um exemplo é a comparação que Susan faz da realidade com a fotografia, ela comenta: “A fotografia acarreta, inevitavelmente, certo favorecimento da realidade. O mundo passa de estar “lá fora” para estar “dentro” das fotos”.
1 – A liberdade
Dentro do manifesto, a fotografia, desperta um certo estado de liberdade e ao mesmo tempo reflexo do que eu gostaria que as “pessoas vissem o que eu vejo” com minha fotografia. O tornar público. E também, de forma humilde, quase como se quisesse que elas pensassem como eu penso.
A fotógrafa norte-americana, Daiane Arbus, faleceu em 1977, bastante citada no livro de Susan, diz: “A fotografia era uma autorização para eu ir onde quisesse e fazer o que desejasse”, escreveu Arbus. A câmera é uma espécie de passaporte que aniquila as fronteiras morais e as inibições sociais, desonerando o fotógrafo de toda responsabilidade com relação as pessoas fotografadas. Toda questão de fotografar pessoas consiste em que não se está intervindo na vida delas, apenas visitando-as. O fotógrafo é um superturista, uma extensão do antropólogo, que visita os nativos e traz de volta consigo informações sobre o comportamento exótico e os acessórios estranhos deles.
2 – O fotógrafo e as descobertas e o tédio?
Sabemos que os temas são os mesmos. Vivemos uma repetição constante em nossa sociedade, tédio. Acredito que é aí que a fotografia se mostra como um veículo diferente. Claro, é o melhor instrumental para isso! Concorda?
O “clicar desconhecido”, está ligado ao olhar de cada pessoa em seu próprio mundo. Eu revelo assim, “o desconhecido também pode ser no sentido de descobrir, mostrar, quem sabe, transparecer o que está oculto, colocar a luz, a lente, a imagem”…, nada de tédio, como é essa relação? Susan, responde: “(…) O fotógrafo sempre tenta colonizar experiências novas ou descobrir maneiras novas de olhar para temas conhecidos – lutar contra o tédio. Pois o tédio é exatamente o reverso do fascínio: ambos dependem de se estar fora, e não dentro, de uma situação, e um conduz ao outro.
3 – A fotografia deve ser fascinante
A batalha entre o tédio e o fascínio é muito grande e presente nos surrealistas. Acredito que a barreira exista, porém é preciso exercitar a imaginação ao máximo, e com ela colocar o tédio para fora. E ainda, sentir atração pelo que é novo, e mais, estar preparado para ver dessa maneira. E por fim revelar. Vamos descomplicar, Arbus descreve como é esse exercício: “(…) Sinto-me muito pouco atraída a fotografar pessoas conhecidas ou mesmo temas conhecidos”, escreveu Arbus. Eles me fascinam quando nunca ouvi falar a seu respeito”.
A relevância em conjunto com a ética dentro do tema deve ser um trilho, roteiro prévio do que se quer fotografar, e também pode se percorrer. Com isso, a ética é uma moeda importante nesse momento, um tesouro. Susan cita grandes nomes da fotografia para reafirmar isso. Ela transfere parte para o fator relevância, autora descreve: “Desde o início, a fotografia profissional propunha-se, tipicamente, a ser a variedade mais abrangente de um turismo de classe, em que a maioria dos fotógrafos combinava uma coleta de dados da degradação social com retratos de celebridades ou de mercadorias (alta moda, publicidade) ou com estudos de nus. Muitas carreiras fotográficas exemplares do século XX (como as de Edward Steichen, Bill Brandt, Henri Cartier-Bresson, Richard Avedon) se desenvolveram por meio de bruscas mudanças de nível social e de relevância ética do tema”. Não devemos nunca nos esquecer disso.
4 – O profissional, temas?
Quer um tema, que tal o passado? O que Susan descreve é o que está para desaparecer, isso a cada dia parece menos distante de acontecer, poluição, tragédias ambientais, escândalos, Susan descreve: “O passado mesmo, uma vez que as mudanças históricas continuam a se acelerar, transformou-se no mais surreal dos temas – tornando possível, como disse Walter Bejamin, ver uma beleza nova no que está em via de desaparecer. Desde o início, os fotógrafos não só se atribuíram a tarefa de registrar um mundo em via de desaparecer como foram empregados com esse fim por aqueles mesmos que apressavam o desaparecimento”. Totalmente antagonista essa frase revela um ciclo que deve ser rompido. A fotografia de guerra, acredito, era redundante dentro de seu próprio tema. É um exemplo forte dessa análise que Susan descreveu acima.
Vamos ser mais práticos, por mais interessante que existam opções, o melhor mesmo é não depender delas. Sair do sistema. O acaso, “momento decisivo total”, derramar a paixão, dentro de tudo isso, Susan afirma: “Assim como o colecionador, o fotógrafo é animado por uma paixão que, mesmo quando aparenta ser paixão pelo presente, está ligada a um sentido do passado. Mas, enquanto as artes tradicionais da consciência histórica tentam pôr o passado em ordem, distinguindo o inovador do retrógrado, o central do marginal, o relevante do irrelevante ou meramente interessante, a abordagem do fotógrafo – a exemplo do colecionador – é assistemática, a rigor, anti-sistemática.”
5 – Tudo isso ao mesmo tempo agora
Um forte combustível para tudo isso é a imaginação, “que é o romper-barreiras do comum”. As fronteiras, o tédio, a ética, o passado, todas a analogias e análises, de alguma forma tudo está interligado, tudo ao mesmo tempo agora. Para que elas funcionem bem é preciso entusiasmo e acima de tudo honestidade, Susan reafirma muito bem isso: “O entusiasmo do fotógrafo por um tema não tem nenhuma relação essencial com seu conteúdo ou seu valor, aquilo que torna um tema classificável. É, acima de tudo, uma afirmação da existência do tema; sua honestidade (a honestidade de um olhar cara a cara, da ordenação de um grupo de objetos), que equivale ao padrão de autenticidade do colecionador; sua quididade – quaisquer virtudes que o tornam único. O olhar do fotógrafo profissional, sôfrego e superiormente obstinado, é um olhar que não só resiste à classificação e à avaliação tradicionais dos temas, como busca, de forma consciente, desafiá-las e subvertê-las. Por essa razão, sua abordagem do assunto em foco é bem menos aleatória do que em geral se alega”.
Tudo pelo poder – pequeno close, um grande flerte.
Escrito por: Daniela A. Rabelo e Rodrigo Jorge
Velhos truques, algumas coisas previsíves, porém os conflitos e os diálogos, as interpretações e toda trama argumentativa fazem com que o filme: Tudo pelo Poder, fique diferente em relação aos outros filmes que narram eleições presidenciais. Nada de imagens muito fortes, mas os diálogos são potentes. A direção e a atuação de George Clooney, me surpreenderam, tornaram a película intrigante. Atuação e direção juntas, uma arma que só contribui positivamente para o filme, que diga o filme nacional “O palhaço”, Selton Melo e também os filmes de Clint Eastwood, em “Menina de Ouro”.
Flertes e closes. A política é assim. O desafio do marketing político e assessoria de imprensa – e como não relatar de Relações Públicas (RP), transita entre os fantásticos personagens de um governador, seu assessor de imprensa, coordenador de campanha e seu oponente e encontros sexuais com sua estagiária. Bill Clinton se assustaria ao saber que a loira da relação acaba sendo uma escada do idealista assessor. E o jogo de intrigas frente a uma ética comunicacional duvidosa se sustenta em uma trama de interesses que transita entre o político e o individual.
É uma aula de cinema. E de política. E de RP. E de vida. Entre uma América desiludida do governo Obama, com muitos signos de sua campanha inclusive seu pôster promocional, percebe-se uma trama com muitos pontos de virada. A ingênua perspectiva do assessor de imprensa – que intitula-se casado com a campanha do governador Thompson, vai se dispersando tal qual um dos posters promocionais do filme – em vidro grosseiro se embaça e se distorce. O flerte acaba sendo com tramas que podem levar – e provavelmente o levam – a presidência. Close na ética. Flerte na política. Com diria Chico Buarque, “a gente quer ter voz ativa, no nosso destino mandar, mas eis que chega a roda viva e carrega o destino prá lá… Palmas para a direção de Clooney e vivas para Philip Seymour Hoffman e Paul Giamatti. Uma aula de jornalismo também para Marisa Tomei, excelente como Ida. Uma aula de ética em comunicação, vale conferir.
Gosto de ler…
Os textos do Samuel Costa vem me acompanhando sempre. São crônicas da vida, não só da vida com Deus, mas da vida como um todo, que aliás não deixa de ser uma vida com Deus. Repasso para os amigos mais íntimos sempre. Recentemente, ele escreveu um texto que me tocou muito e traduz exatamente o que penso nesse momento. Samuel, grande amigo, peço a Deus que você continue a escrever cada vez mais.

Antes que decidam por você
(Samuel Costa)
Dia a dia sou pressionado a tomar decisões. A vida me força a isso. Queira ou não, tenho que fazer escolhas. Começo o dia decidindo se vou levantar da minha cama ou não, se tomo esse ou aquele outro remédio (o genérico), se torro o meu dinheiro em dez dias de férias ou se quito as prestações do velho carro… e assim o dia vai passando.

A maior parte de minhas escolhas é trivial, outras nem tanto. As nem tanto são as que fazem diferença; essas, sim, mudam a vida da gente.
Não é fácil decidir (qualquer que seja a decisão), mas é preciso. É fundamental. Mais importante do que tomar uma decisão é tomá-la na hora certa, antes que outros a tomem por você. Se eu fosse contar de quantas situações Deus já me livrou, porque tomei a decisão certa na hora certa…
Pra tomar decisões acertadas tenho aprendido que antes de tudo devo consultar Deus, em oração, pois Ele conhece o meu futuro, e nada melhor do que perguntar a quem já sabe o fim da história qual direção tomar pra ficar de pé e não cair pelo caminho.
Eu não tenho a menor idéia do que me vai acontecer até o final desse dia, mas Deus sabe. Não apenas sabe, como ainda me diz que posso confiar a Ele a direção da minha vida. Então, o que faço? Decido sempre em favor de nós dois: dele e de mim, pois Ele me faz as mesmas promessas, que antes fizera ao seu povo: “Eu te ouvirei e cuidarei de ti”. E mais: “De mim procede o teu fruto” (Oséias 14:8). Diante de uma palavra como essa, não dá pra não consultar o Senhor antes de qualquer decisão.
Também decido olhando as circunstâncias. O que está acontecendo ao meu lado pode ser uma mensagem indireta de Deus, me mostrando que tá na hora de mudar de direção, de sair do conforto (ou do desconforto). Enquanto a minha vida puder abençoar alguns, e eu puder ser abençoado, fico onde estou. No momento em que isso só puder ser conseguido com muita cirurgia e dor, então é sinal de que alguma coisa está errada, e que chegou novamente o momento de decidir em favor da vida que Jesus propõe.
Cedo também aprendi que devo decidir antes que as pessoas o façam por mim. Sempre que posso não espero que escolham o que é melhor pra minha vida. Eu me antecipo. Faço isso com oração, buscando no Senhor o melhor, quando o que está em questão sou eu.

Pessoas indecisas estão sempre à mercê das decisões dos outros. E os outros geralmente decidem em favor deles, não de quem esperou que outros decidissem em seu favor.
Então, decida.
Ore e faça sua escolha em favor do Senhor e de você. Decida de tal maneira que sua escolha honre o nome de Deus. Se sua escolha honrar o nome dele e for o melhor pra você, decida sem medo.
Faça isso. E a assinatura do Senhor virá embaixo.
Por: Samuel Costa
Google BH, e Brasília?
Simmmmm é uma empresa fantástica para se trabalhar, não só pelos recursos humanos que são empregados ali, mas por se preocupar com o futuro e ao mesmo tempo estar interligada a tudo e a todos.
Outra coisa, como diria Mr. Luther King, “I have a dream!” E no presente eu digo eu tenho um sonho, e um deles é trabalhar na google. No Brasil existe uma filial em São Paulo, e recentemente a filial da google em BH, Belo Horizonte. O vídeo abaixo mostra toda a sede deles nas Minas Gerais, quando será que chegarão na capital federal?
O melhor combustível para o futuro

Quando deixamos de sonhar muitas coisas reais parecem que param de fazer sentido. Deixam de existir. Acredito que o que alimenta os nossos planos, projetos futuros, sejam os sonhos. Se nós o abandonarmos tudo fica vazio, sem sabor, perde o sal. Na verdade, as coisas sem tempero, sem sal, logo são deixadas de lado. Só prestam mesmo para serem jogadas fora, e olhe lá.
O que quero dizer é que os sonhos fazem parte do tempero da vida. Uma certeza eu tenho. Sempre sinto saudade de um lugar que eu sei que existe, mas ainda não o conheço pessoalmente. Esse sim, é o meu maior sonho! Postei essa foto abaixo porque acho que ele se parece um pouco com esse lugar, só um pouco!
A Casa abriu as portas para receber Newton Medeiros e seus alunos

Entre os dias 21 e 22 de Maio, Brasília recebeu Newton Medeiros para o Workshop/Curso de fotografia de moda e produto no clube da ASBAC, na galeria do fotógrafo Kazuo Okubo – A Casa da Luz Vermelha.
Foram dois dias intensos de muita prática e descobertas impressionantes. Por exemplo, eu sempre tive curiosidade em saber como era possível fotografar objetos cromados, vidros, garrafas brancas e materiais brancos em fundo branco. E realmente é simples e fácil.
Outra coisa, Newton Medeiros é uma pessoa que possui uma simpatia ímpar, muita energia, e didática impressionante e quando eu adquiri seu primeiro livro fiquei logo curioso para conhecê-lo ao vivo e a cores. Realmente, superou minhas expectativas, porque sempre pensei que as pessoas nunca iriam passar tudo que sabem e Newton Medeiros fugiu dessa regra e insistiu em repassar tudo que sabia. Ele ensinou suas técnicas com muita propriedade, desde o uso do fotômetro, passando pela calibragem e posicionamento das luzes.
Aproveito para destacar a simplicidade e o profissionalismo do Kazuo Okubo, Shirley e equipe, e agradecer por toda atenção e carinho que eles tem oferecido nesses workshops. Sendo esse o meu quarto workshop na A Casa da Luz Vermelha realmente sinto que as portas da “Casa” (galeria) estarão sempre abertas, porque até mesmo as conversas nos intervalos são agradáveis. Com humildade digo que sinto-me em casa. Que muitas outras oportunidades aconteçam.
Batalha entre MAC vs PC, em clima Transformers
Muitas pessoas sabem que a guerra entre os dois gigantes da computação não é fácil. Para o divertimento dos maníacos por MAC e PC, um estúdio de animação resolveu criar um curta baseado nisso. Aliás, muito inspirado no mundo Visual Effects do Transformers.
Workshop com Lincoln Iff na A Casa da Luz Vermelha

Foram três dias intensos de Workshop, 25, 26 e 27 de Abril, na ASBAC, galeria da “A Casa da Luz Vermelha”, junto com o fotógrafo Lincoln Iff, especialista em Fotojornalismo. Ele é conhecido por ter uma personalidade única e marcante, tanto em suas fotos como em seu jeito de viver. Sua linguagem, com um tom irreverente, proporcionava um excelente rítimo ao conteúdo que ministrado. Realmente, a gente simpatiza com ele fácil, hehehe.
Lincoln já trabalhou com publicidade nos EUA e atualmente vem fotografando vários casamentos em várias cidades e países, desde: Anápoles-GO, passando por Brasília, onde mora, São Paulo, Portugal e outros lugares pelo mundo. Os seus cliques e as suas lentes focaram e clicaram por 25 anos de carreira. Ele também trabalhou muitos anos para a revista Caras e atualmente trabalha para a revista “Hola!”.
As histórias rolaram, desenrolaram, progrediram muito. Leia abaixo um prévia do que foi visto.
Primeiro dia.
O início foi um grande bate-papo. E claro, um leque enorme de conteúdo com foco em casamento. Questionamentos, o tempo todo dele em sua maioria, nos estimulava muito a pensar. O papo era aberto, e ele sempre perguntava se algum de nós queríamos interromper para alguma pergunta dirigida a ele.
Uma grande questão surgiu, fio condutor do nosso Workshop na verdade. Nas palavras de Lincoln Iff , ele afirmou: “devemos valorizar sempre as luzes que temos, os mínimos detalhes, utilizar os elementos do ambiente que temos. Nada de Flash, parafernalhas e cacarecos. Vamos esquecer o flash”.
Tivemos também muitos toques em relação a diagramação de álbum com o Alexandre, responsável por fazer a diagramação dos álbuns do Lincoln.
Segundo dia.
Muita prática. A modelo, Priscila, foi uma simpatia e cumpriu bem o seu papel de modelo em todos os detalhes.
Vários e vários cliques usando a luz do poste do estacionamento, luz passando por uma árvore, ponte do lago, luzes da galeria enfim, as possibilidades ficaram claras: eram infinitas! Tudo muito bem explicado pelo Lincoln, no final, sempre tínhamos margem para fazer mais e mais com a luz, realmente “fotografia é desenhar com a luz”.
Terceiro dia.
Tivemos uma simulação de uma cerimônia. Tudo produzido e bem preparado pelos funcionários da Casa da Luz Vermelha.
Noivo e noiva a postos para começarmos os cliques. A direção de Lincoln, acompanhado do Zé, sempre rápido e atento ele é o assistente oficial do Lincoln, o Zé fez o papel de padre na simulação e o Alexandre fez o papel de pai da noiva.
Conclusão
Foram três dias intensos, pena não ter conhecido mais afundo todos os colegas que participaram, pois o tempo passou voando. Brasília é muito carente, ao meu ver, nessa área de fotografia de casamento e iniciativas como essa são importantes para o crescimento de todo mundo.
Obrigado Lincoln Iff, Zé, Alexandre, Bárbara, Shirley e Kazuo Okubo, e todos os colegas que participaram e investiram tempo e dinheiro nessa iniciativa. Que outros profissionais importantes venham fazer parte desse roteiro. Todos ganham com isso. Acredito que a proposta é valorizar ainda mais o mercado de fotografia de casamento. Podem contar comigo também, estou aberto a discussões, fiquem a vontade para comentar esse post. Forte abraço e até a próxima.
Está sofrendo com fireware 800? Veja esse adaptador

O surgimento da porta fireware 400 no mercado representou a popularização de vários dipositivos, entre eles a conexão de cameras de video e decks para captura de imagens.
Aqueles que entendem dessa questão sabem que por um lado ela ajudou, por outro ela complicou, porque num mesmo cabo passam dados de áudio e vídeo. Com isso, tem-se uma perda de qualidade comparado com as placas próprias como: Decklinks, Black Magics e as ilhas Avid Adrenaline, marcas de indústrias que possuem placas de captura sem perda de qualidade de imagem.
Com a chegada da nova geração de Macbook Pro, Macbook e Imac, uncle STEVE resolveu adotar o padrão 800. Recentemente, foi colada a porta Thuderbolt, mais eficiente e mais rápida de todas. Isso é um papo para outro post. Se você é um agoniado, assim como eu, que possui dispositivos que só usam portas Fireware 400 tenho uma novidade para você: usar o adaptador fireware 800. Ele simplesmente converte a entrada 800 para 400. Assim, nossas cameras e gadgets que usam fireware 400 podem utilizar a porta 800.
Se você é fotógrafo e gosta de dar maior rapidez ao seu fluxo de trabalho os leitores de cartão fireware 800 dão conta do recado. Claro, o fireware 400 é mais barato e você pode utilizar o adaptador acima.
Melhor ainda, se você possui um Macbook Pro existe a opção do Express Card Compact Flash Reader, que entra em contado direto com a placa do seu equipamento pela porta Express Card. Mais rápido e fácil de transportar, porém seu uso é limitado somente para as máquinas que possuem Express Card.
Para adiantar você pode fazer uma pesquisa no site da Amazon.
Pássaro esperto e suas armações
No nosso apartamento temos três Calopsitas. Calopsita é um pássaro de origem australiana muito semelhante ao periquito australiano. Ele se destaca por ser mais inteligente e emitir sons a medida que ensinamos a ele. O personagem abaixo é o Neon, ele é o mais inteligente da turma e não tem medo de nada. (Neon porque o amarelo de sua penugem é vibrante). Detalhe, se marcasse o violão jamais deixaria ele fazer isso, na verdade nem arranha nem nada. Neon gosta do som.
31 motivos
Não vou negar, hoje, 29 de Março de 2011 faço 31 anos. Quando fiz 29 no dia 29 brinquei com todo mundo: “vejam só, 29 anos no dia 29, é o máximo! Brincar com as palavras e as situações tornam a nossa vida mais engraçada, vindo de coisas simples como essas é melhor ainda. Aquela mesma coisa da piada do boné, o que um boné disse para o outro? Bom né!
Por isso, abaixo coloco 31 motivos para comemorar:
Para vida toda – Provérbios, Cap. 31, versículo 31 diz: Dai-lhe do fruto das suas mãos, e deixe o seu próprio trabalho louvá-la nas portas.
Reforma – 31 de Outubro foi escolhido como o dia da Reforma Protestante.
Para rir – 31 fotos de animais loucos, clique aqui.
Virada – Dia da virada do ano (31 de Dezembro).
Liberdade – Dia 31 de Março, liberdade dos documentos, clique aqui.
Tecnologia – Palm Zire 31 é o modelo intermediário do Zire 21 e 72.
Descobertas – 31 formas de amarrar o tênis ou sapato, clique aqui.
Backup – 31 de Março é o dia mundial do Backup.
Filho – Na 31ª semana de gestação os bebês se movimentam muito na barriga -”É que eu estou pesquisando”. Clique aqui.
Não existe – 31 de fevereiro não existe, porém já tentaram criar esse dia e acabou em guerra, clique aqui.
Aproveitar melhor o tempo
Os pontos do meu cartão estavam vencendo, e agora, o que fazer? Devo trocar? Enfim, dentre as opções que eu tinha resolvi escolher esse livro: “Super dicas para administrar o tempo e aproveitar melhor a vida”. A publicação é pequena, de bolso mesmo. Como diriam uns amigos: “consegue-se ler numa sentada”.
O título e o conteúdo são voltados para uma metodologia de autoajuda. Não sou fã de livros e conceitos relacionados a isso, porém Dulce Magalhães pontua de forma interessante, solta e leve alguns conceitos de como organizar melhor o tempo. Parece uma conversa de amigos. Claro, em toda e qualquer leitura é importante filtrar o conhecimento.
Um dos pontos, entre os sessenta, está relacionado com o reconhecimento das urgências. Separar o que é urgente e o que não é. Ela explica que quando não separamos esse tipo de coisa em: inevitáveis, delegáveis e contornáveis a impressão que temos é de estar trabalhando muito e rendendo pouco.
Vale a pena a leitura para aqueles com ou sem tempo.








































































































